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Estefania Drechsler, Administradora e Técnico Contábil
Estefania Drechsler
Comentário · ano passado
Sergio

Caso não conheça história a maconha descobriu o Brasil no ano de 1.500, ela veio nas embarcações portuguesas, nas velas e cordas utilizadas pelas embarcações, Portugal mesmo tentou cultivar a Cannabis por aqui.

Caso não conheça história ela era vendida nas farmácias, como um remédio comum utilizado para dor de cabeça, problemas estomacais e asma.

Caso não conheça história, a mesma era utilizada como um chá, era consumida de maneira recreativa pelos caboclos e até ai tudo bem.

O problema surgia quando os filhinhos de papais na época (a monarquia e burguesia), passaram a usar o cigarrinho dos pobres, ai isso incomodou os ricos, como seus nobres filhos fidalgos e etc, usariam o mesmo cigarro que a plebe.

Caso não conheça história foi ai que começaram a proibir.

Caso não entenda de economia vou te explicar de brinde, que não liberam a maconha, porque ela é matéria prima para inúmeros produtos, podendo tornar a sociedade auto sustentável, mas quem perde com isso será?

Vou te contar, com a Cannabis podemos fazer roupas, calçados, COMBUSTÍVEL, materiais de construção e até mesmo plástico bio degradável.

Então Sergio, não liberam a maconha porque muitas empresas perdem com isso, se ela fosse liberada.

O problema não é o consumo é o que grandes empresas perdem se ela fosse liberada para a industria, perdem se ela fosse liberada como medicamento.

Entendeu o real motivo da não liberação da Cannabis, você pode pesquisar ou continuar acreditando somente naquilo que querem que você acredite, que a maconha vai abrir caminho para drogas mais fortes, e vai fazer seu filhinho virar um consumidor de craque.
Estefania Drechsler, Administradora e Técnico Contábil
Estefania Drechsler
Comentário · ano passado
Sério isso gente, ela está dizendo que se o caso fosse um estupro, ela acredita que se a vítima de estupro fizesse um aborto estaria, praticando violência maior do que sofreu?

Se não ocorreu um estupro, inclusive recomendaria o acompanhamento social, e uma possível adoção a criança, já que a mesma perceptivelmente não é desejada, e claro as devidas sanções previstas no art
339 do Código penal.

Agora vir concluir o processo com opinião sobre o que já é assegurado pela lei, é forçar a barra.

Uma mulher quando opta por abortar um feto, (não um filho), proveniente de violência sexual, não deve ser julgada por sua decisão, já que o estupro causa traumas profundos e vitalícios.
Estefania Drechsler, Administradora e Técnico Contábil
Estefania Drechsler
Comentário · ano passado
E eu ontem me orgulhei ao ver fotos de mulheres que foram presas por descumprir a regra do cumprimento do maio, hoje me deparo com isso?

O crime de estupro era desconsiderado pelo simples fato do estuprador, se casar com a vítima, isso mesmo a vítima tinha que casar com seu algoz, e o mesmo ficaria impune, já que a ''honra'' da família estaria assim intacta, F***** a vítima né, na verdade nem podemos chamá-las de vítimas, pois não existia crime.

Não vamos esquecer que o direito de ir a escola no Brasil foi somente em 1827, já que mulheres eram PROIBIDAS de estudar, no ano de 1879 mulheres conseguem o DIREITO de cursar educação superior.

Ahh sim um marco na história 1945, carta das Nações Unidas nos traz a ''igualdade de direitos'', mas por aqui somente em 1962 mulheres casadas, não precisariam mais de AUTORIZAÇÃO do marido para trabalhar.

Claro nós mulheres não sofremos nenhum tipo de preconceito, abuso, crimes, estupros pelo simples fato de sermos mulheres, NÃO, tudo o que citei acima é balela né, afinal não estudar, não poder trabalhar, não poder votar, não estão arrancando nossas genitálias, apenas nos tornavam objetos, posses dos homens, mas não se tipificam como crime contra a MULHER.

Não claro que não, impressão minha e das mulheres queimadas na fábrica ao pedirem redução de jornada e licença maternidade, afinal só tacaram fogo nelas né, não arrancaram suas genitálias.

Pois é quanto essas mulheres lutaram , para poder dar a nós a oportunidade de ir a escola, cursar administração, direito, de sair de casa e não ter que casar com o seu estuprador.

Quanta violência despendida a elas, por estarem indo a faculdade, lembrando que a violência não é só matar, mas também é o psicológico, o abalo causado, a restrição de liberdade, de vida própria.

Lamento por mulheres que usam a lei de maneira errada, sinto que assim como algumas aqui, elas também não entendem a importância de tudo o que conquistamos, uma pena mesmo, mas nossas lutadoras felizmente já estão mortas e não podem ouvir os absurdos aqui escritos, que claro só podem ser escritos por nós mulheres, porque elas lutaram para tal.

Celebrem bem quando lerem esse comentário, quando olharem os seus diplomas, quando votarem, quando andarem livres pelas ruas, pois esse DIREITO de todos, foi conquistado com sangue, suor e lágrimas.
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